
THE LAST OF US: uma franquia superestimada, gameplay genérico e uma sequência que abraçou a agenda woke
Do primeiro jogo, que nunca me convenceu como experiência de gameplay, ao segundo, que transformou representatividade e pautas identitárias em elementos centrais de sua narrativa: como The Last of Us se tornou um dos maiores exemplos da distância entre a consagração da imprensa especializada e a percepção de parte dos jogadores.
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